Grande cidade catalã consagrada em 1992 pelas Olimpíadas, terra do famoso arquiteto Antoni Gaudi, onde é fácil encontrar suas obras em diversos pontos diferentes como: prédios na Avenida Diagonal (Casa Calvet, Casa Milà), o Parque Güell, a Sagrada Família, entre outros. Um local que mistura a vida urbana com a praiana, onde as pessoas aproveitam muito os dias de sol para caminhar, pedalar, encontrar os amigos, passear pelos parques, enfim, curtir o clima delicioso que a cidade oferece.
É aqui também que encontramos uma das vinícolas mais reconhecidas e respeitadas do mundo, a Torres.
Localizada em Vilafranca del Penedès, aproximadamente uma hora de Barcelona, encontramos o que o verdadeiro “amor” pela terra e pela viticultura é capaz de gerar.
Tive a oportunidade de conhecer as instalações e vinhedos, assim como, ouvir um pouco da história dessa família que está ligada ao vinho por gerações.
Localizada em Vilafranca del Penedès, aproximadamente uma hora de Barcelona, encontramos o que o verdadeiro “amor” pela terra e pela viticultura é capaz de gerar.
Tive a oportunidade de conhecer as instalações e vinhedos, assim como, ouvir um pouco da história dessa família que está ligada ao vinho por gerações.
A VINÍCOLA
A recepção e atenção dos profissionais foi espetacular. Vi coisas com as quais ainda não tinha me deparado, como tanques de aço inox para 70 mil litros que ficam posicionados na horizontal e giram em torno do próprio eixo para que a cor das peles das uvas seja extraída e impregnada no mosto. Passei por um túnel de aromas no qual são projetadas imagens dos ciclos das vinhas e, a cada momento, são lançados no ambiente os aromas característicos da fase mencionada.O intenso cuidado e preocupação com o meio ambiente, com o desenvolvimento sadio das uvas (eliminaram o uso de pesticidas a mais de 20 anos) e com a verdadeira expressão do “terroir”, mostram o quanto a vinícola Torres está a frente de seu tempo. Por toda a parte se vê painéis solares que geram 30% da energia que a vinícola consome. Outro fator curioso é a pesquisa e recuperação de espécies/vinhas típicas da região. Para tanto, colocam anúncios em jornais e revistas locais solicitando que as pessoas entrem em contato caso tenham parreiras não identificadas. Nesses casos amostras são recolhidas, seu DNA estudado e todo o seu ciclo vegetativo é acompanhado para avaliar a possibilidade de tratar-se de uma uva “extinta” e que possa apresentar resultados positivos na enologia. É impressionante ver as pequenas mudas em tubos de ensaio no laboratório.
Bom, o resultado são vinhos muito especiais, desde os mais simples – voltados para o consumo diário – quanto os especiais e consagrados, como o Mas La Plana que já foi escolhido pelos editores da Wine Enthusiast um dos melhores Cabernet Sauvignon do Mundo. Vale provar!!
Claro que para encerrar a visita não poderia ser diferente, senão com uma bela degustação: desfilaram em minha taça: o Milmanda Chardonnay, o Fransola Sauvignon Blanc, Perpetual (corte de Garnacha ou Cariñena) e Gran Murrales (aqui vemos uvas que vieram do processo de pesquisa como as autóctones: Garró e Samsó unidas as conhecidas Garnacha, Mazuelo e Monastrell para a produção deste vinho). M A R A V I L H O S O S !!!
Tive mais um previlégio que acabou se tornando duplo, almoçar no restaurante da vinícola com uma harmonização clássica e conhecer de perto o responsável por tudo isso: DON MIGUEL TORRES. Momentos que ficaram eternizados na memória.
Tive mais um previlégio que acabou se tornando duplo, almoçar no restaurante da vinícola com uma harmonização clássica e conhecer de perto o responsável por tudo isso: DON MIGUEL TORRES. Momentos que ficaram eternizados na memória.




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