A alta produção é vista como um problema, uma vez que a complexidade da uva é posta de lado, mas mudanças vem acontecendo, assim como um conceito de renovação, tomando consciência da necessidade de baixar o rendimento por planta em favor da qualidade. Sua expansão saltou aos olhos de investidores de peso no mundo do vinho, como é o caso da casa Antinori.
Aqui aparecem uvas pouco conhecidas do resto do mundo como a Negroamaro, a Bombino Bianco, a Uva de Troia, a Malvasia Nera, a Primitivo (que pode ser del Tarantino ou di Manduria. Na Califórnia é a famosa Zinfandel), a Otavianello, entre outras
Possue denominações IGT e mais de 25 DOCs definidas, sendo Salice Salentino a que conquistou maior sucesso.
Hoje, de certa forma, o olhar dos produtores na Púglia está voltado para o Novo Mundo, que exporta cada dia mais mão de obra qualificada para essa região, ajudando as vinícolas nos processos de modernização.
Bom, sei que adoro os vinhos por aqui produzidos com seu paladar marcante, potente e preços acessíveis. Por isso, VALE A PENA PROVAR!
Dica: Torre Solaria Primitivo Tinto / Puglia (Importadora: De Vinum)

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